Finanças pessoais: leia aqui o guia definitivo para mantê-las sob controle

Finanças pessoais: leia aqui o guia definitivo para mantê-las sob controle

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revelou que mais de 60 milhões de brasileiros encerraram o primeiro semestre de 2018 devendo. Isso está muito ligado à forma com que as pessoas gerenciam suas finanças pessoais.

Na verdade, na maior parte das vezes, não existe uma gestão, há apenas os atos de receber recursos e pagar contas — isso quando sobra dinheiro.

Você não quer fazer parte desse grupo, certo? Então, confira as dicas que reunimos neste post. Continue a leitura para descobrir como manter as finanças em dia e siga o caminho da prosperidade financeira!

O que são finanças pessoais?

finanças pessoais

As finanças pessoais fazem parte de uma área de conhecimento que estuda os conceitos financeiros e empresariais e tenta aplicá-los na vida de uma pessoa ou de uma família. Essa é uma prática relativamente nova no Brasil e, por isso, muitas vezes ainda é atrelada a livros de autoajuda.

Mas esse conceito está ficando mais popular. É cada vez maior o número de autores, blogueiros, youtubers, aplicativos e softwares que ajudam as pessoas a tomarem as rédeas de suas finanças e, assim, conseguirem alcançar suas metas e realizar seus sonhos.

O estudo das finanças pessoais é dividido em dois ramos:

• finanças comportamentais: leva em conta os efeitos psicológicos ou emocionais do ser humano nas suas decisões financeiras;

• finanças técnicas: avalia os estudos sobre dívidas, financiamentos, investimentos etc.

Dessa forma, juntas, essas duas áreas vão acolher diversos métodos e práticas que ajudam as pessoas a pensarem suas finanças de forma diferenciada e adotarem ações positivas em relação aos seus hábitos de consumo.

Qual é a importância da gestão das finanças pessoais?

Quando olhamos do ponto de vista corporativo, a gestão está ligada à organização de todos os processos e operações. Existem metas que devem ser alcançadas, e tudo deve ser controlado para que isso seja possível. Assim, os gestores adotam estratégias e caminhos, e os funcionários colaboram para atingir os objetivos.

Os mesmos princípios funcionam na gestão de finanças pessoais, que parte do entendimento da forma do uso do dinheiro, da aplicação de práticas de gerenciamento, de mudanças de hábitos e da adoção de ferramentas de controle.

Assim, como em uma empresa, é importante que você tenha o controle de suas atividades para atingir suas metas. Sem gerenciar suas finanças, você não saberá quanto ganha, quanto gasta ou para onde vão seus recursos. O dinheiro acaba e o mês não. Dessa forma, mal sobra para cobrir as despesas rotineiras, quanto mais para poupar e investir.

Administrar seu dinheiro é uma tarefa que demanda cuidado, conhecimentos e autodisciplina. Então, para partir do início, vamos ajudar você a entender como estão suas finanças pessoais. Vamos lá?

Como saber se as minhas finanças pessoais estão bem?

Uma pesquisa realizada pela CNDL revelou que 45% dos brasileiros não têm ideia de como andam suas finanças. Além disso, 34% simplesmente não fazem esse controle por indisciplina.

Isso mostra que ainda precisamos avançar bastante no gerenciamento das finanças pessoais, e o primeiro passo é entender como você tem lidado com o seu dinheiro. Confira, a seguir, algumas dicas de como fazer essa avaliação.

Liste todas as suas receitas e despesas

Primeiro, mapeie todos os seus gastos e ganhos. Isso inclui salário, rendimentos, aposentadoria, bolsas, contas da casa, financiamentos, aluguel, seguros etc. Essa é uma forma de saber o quanto do seu dinheiro já está comprometido no início do mês.

Também é necessário fazer um registro de todos os gastos do dia a dia, desde a compra de um simples biscoito até a aquisição de roupas e eletrônicos. Dessa forma, você terá um controle preciso de como está empregando seus recursos.

Categorize suas despesas

O segundo passo é separar seus gastos por categorias. Por exemplo:

• alimentação (café, lanches, restaurante etc.);

• contas da casa (energia, internet, água);

• moradia (aluguel, financiamento do imóvel, taxa de condomínio);

• lazer (cinema, teatro, jogos etc.).

Ao organizar seus gastos dessa forma, você vai conseguir descobrir quanto gasta em cada categoria e visualizar com mais facilidade qual delas mais impacta o seu orçamento.

Analise seu saldo líquido

A fórmula é simples: receitas – despesas = saldo líquido. Em outras palavras, esse cálculo vai ajudar você a descobrir se está gastando mais do que ganha. Se o resultado for positivo, sua saúde financeira está em bom estado. Caso contrário, se restou um saldo negativo, significa que é preciso reavaliar seus hábitos.

Avalie suas dívidas

Calcule as dívidas e entenda o quanto pesam no seu orçamento mensal. Você está conseguindo dar conta do pagamento sem que isso comprometa seu padrão de vida? Ou algumas delas já estão ficando para trás porque não há dinheiro suficiente?

As respostas para essas perguntas podem revelar que você precisa renegociar algumas de suas dívidas para conseguir realizar todos os pagamentos.

Consulte sua poupança

Para avaliar suas finanças pessoais também é importante avaliar o quanto você consegue poupar mensalmente ou se consegue guardar alguma coisa. A poupança é importante para você conseguir alcançar seus objetivos e dar maior segurança financeira a você e a sua família.

Quais são os principais erros de finanças no cotidiano?

Se você está endividado, se não consegue dar conta de suas despesas e se não sobra nada para poupar, quais podem ser os erros? Veja, nos próximos tópicos, algumas falhas que a maioria das pessoas comete ao gerenciar as finanças.

Não acompanhar todos os gastos

Não basta registrar apenas as despesas mensais fixas; é necessário acompanhar todo o fluxo de gastos ao longo do mês.

Muitas vezes, o que faz diferença são as pequenas saídas não registradas. E somente tendo ciência delas é que será possível fazer mudanças nos seus hábitos de consumo.

Não estabelecer objetivos financeiros

Você não vai saber que rumo tomar se não tiver metas. Os objetivos financeiros funcionam como um motivador para manter as finanças da família em dia e tomar sempre as melhores decisões em investimentos.

Abusar do crédito

cartão de crédito pode ser um grande aliado para você equilibrar suas finanças e adquirir bens importantes. Por outro lado, quando mal utilizado, pode trazer muita dor de cabeça. A verdade é que muitos não entendem muito bem com funciona o fluxo dessa modalidade de pagamento e acabam acumulando parcelas que pesam bastante no orçamento mensal.

Por isso, o ideal é optar por compras à vista. Caso seja realmente necessário parcelar, é importante planejar esse valor nos meses subsequentes.

Tomar decisões financeiras sem calcular o impacto

Uma decisão financeira pode ser a compra de um bem de maior valor, um investimento ou um resgate da poupança. Ao decidir entrar em um financiamento, por exemplo, é importante você levar em conta como isso vai pesar no seu orçamento em médio e longo prazos.

Agora, como evitar esses erros e garantir que você será capaz de controlar seus gastos e vencimentos? Lembra das finanças técnicas e comportamentais? Vamos dar algumas dicas baseadas nesses ramos.

seguro ideal

Como manter o controle das finanças pessoais no dia a dia?

A gestão de finanças pessoais envolve mudanças de muitos hábitos e o aprendizado de métodos que vão auxiliá-lo nessa tarefa. Confira o nosso checklist de planejamento financeiro!

Registre tudo

Como vimos, o registro é muito importante, seja realizado em um caderno ou com métodos mais avançados, como planilhas eletrônicas e aplicativos (dos quais falaremos mais adiante). Todas as suas transações, principalmente os gastos, precisam ser categorizados.

O recomendado é que os gastos com itens essenciais, como moradia, transporte e mercado, representem até 50% da sua receita. Dessa forma, apenas metade da sua renda ficará comprometida com despesas básicas, o que dará maior segurança para você e sua família.

Mas quando falamos em registrar tudo, é para anotar tudo mesmo, por menor que seja o gasto. No começo, essa tarefa é mais difícil, mas com o tempo você vai conseguir adquirir esse hábito, principalmente quando perceber o efeito que isso traz para o seu orçamento.

Elimine despesas desnecessárias

Estando tudo registrado, chega a hora de avaliar quais despesas são desnecessárias e estão pesando no bolso. Por exemplo, pode ser que você esteja pagando um pacote de TV por assinatura, mas sua família só esteja consumindo conteúdo por streaming na internet. Ou pode ser que a conta de telefone esteja alta demais por incluir serviços de ligação que você nem utiliza.

Viu como podem existir diversas fontes de desperdício que você só vai conseguir notar quando colocar suas despesas por escrito? Faça essa análise para economizar dinheiro em casa!

Mude seus hábitos de consumo

Se por um lado alguns itens podem ser desnecessários e é possível descartá-los, algumas atividades podem ser substituídas por opções mais baratas, ou até gratuitas. Por exemplo, talvez você consiga deixar de pagar a academia e fazer atividades ao ar livre, que incluem caminhada, corrida ou exercícios em grupo na praia ou em praças.

Outro hábito que também pode custar caro é o de comer fora. Em vez de gastar diariamente em restaurantes, alguns optam por almoçar no restaurante do trabalho ou levar comida de casa, que pode ser facilmente aquecida no micro-ondas da empresa — mas, é claro, isso depende da estrutura do local de trabalho.

Analise sua rotina e suas despesas e identifique quais delas poderiam ficar mais em conta.

Quite suas dívidas

Seu orçamento dificilmente ficará equilibrado se você não eliminar dívidas. Então, considere estas duas ações importantes:

• busque meios de eliminar a dívida;

• evite o endividamento.

Após fazer o levantamento de todas as dívidas, siga os passos detalhados a seguir.

Priorize dívidas

Algumas contas são mais pesadas e urgentes que outras. Por exemplo, pendências relacionadas ao cheque especial e ao rotativo do cartão de crédito podem virar uma bola de neve; por isso, devem ser resolvidas prontamente. Siga esse princípio básico e você saberá por onde começar.

Saiba quanto pode pagar

Antes de buscar seus credores para negociar as dívidas, avalie suas finanças pessoais e descubra que parte das suas receitas mensais pode ser destinada ao pagamento de dívidas. Afinal, não adianta combinar um valor com a instituição financeira e depois, novamente, cair da inadimplência.

Além disso, pense em argumentos para você não sair perdendo na hora da negociação.

Renegocie dívidas

Você está a fim de se livrar da dívida, certo? Seu credor também deseja muito recuperar o dinheiro. Isso quer dizer que ele também estará interessado em negociar e aceitar uma proposta que seja viável para ambos os lados — não se esqueça disso para não correr o risco de fechar um acordo pesado demais para você e sua família.

Pague dívidas maiores com dívidas menores

Como afirmamos, algumas dívidas podem ser mais pesadas do que outras. Com isso em mente, pondere a possibilidade de fazer uma dívida com juros menores e que possa cobrir aquelas mais agressivas.

Por exemplo, o pagamento de um empréstimo pode ser mais leve do que ter que arcar com o peso de juros acumulados do rotativo do cartão de crédito ou do cheque especial — eles crescem a cada mês!

Lembre-se, no entanto, de que pode levar um certo tempo para você se livrar das dívidas. Assim, nesse primeiro momento, o importante é você organizar as finanças e ganhar o controle dos seus gastos. Com esse controle, você eliminará o endividamento, e o valor que antes era direcionado para a quitação de dívidas poderá ser usado para outras finalidades importantes.

Forme uma reserva de emergência

É comum as pessoas entrarem no endividamento devido a imprevistos, como desemprego e doenças graves. A reserva de emergência é um recurso que ajuda a cobrir esses problemas sem que as contas fiquem totalmente comprometidas. Vamos ver como criá-la?

Defina o valor

Considerando a possibilidade de desemprego, recomenda-se que o fundo de emergência sustente seu padrão de vida entre 3 e 12 meses, dependendo dos riscos aos quais você está sujeito. Se você for funcionário público ou aposentado, por exemplo, o risco de ficar sem renda é muito pequeno; se for autônomo, os riscos são maiores.

Então, digamos que você decida criar uma reserva para manter um padrão de consumo de R$ 1.800 durante 6 meses. Multiplicando os valores, sabemos que você precisará criar um fundo no valor de R$ 10.800. Assim, mesmo que um imprevisto ocorra, você terá um prazo de 6 meses para encontrar outra fonte de renda.

Decida um prazo realista

Também é preciso analisar quanto tempo será necessário para criar esse fundo. Isso vai depender do quanto você pode disponibilizar por mês para investir. Você pode começar com um valor menor e ir aumentando aos poucos.

Leve em consideração os valores mencionados no tópico anterior. Por exemplo, se você conseguir poupar 10% de uma renda mensal de R$ 1.800, ou seja R$ 180, serão necessários 60 meses — sem contar a rentabilidade do investimento; considerando uma rentabilidade básica, como a da poupança, esse prazo pode diminuir para 53 meses. Por isso, o próximo passo é importante.

Pense no tipo de investimento

Para um fundo emergencial, é importante pensar em um tipo de investimento com liquidez diária, ou seja, que permita o resgate quando o investidor precisar, em qualquer dia. Além disso, é preciso que ele ofereça um equilíbrio entre risco baixo e boa rentabilidade.

Tendo em vista essas características, além da poupança, você pode optar por CDBs (Certificados de Depósito Bancário) e alguns Fundos de DI (Fundos de Renda Fixa Referenciados). Os CDBs, por exemplo, têm garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Assim, se a instituição financeira quebrar, o investidor recebe o dinheiro de volta até o limite de R$ 250 mil.

Opte por compras à vista

Comprar à vista traz diversas vantagens. Primeiro, é mais fácil gerenciar, pois se trata de uma única movimentação financeira, geralmente dentro do mês de competência. Segundo, é possível conseguir descontos consideráveis. Muitas lojas online, por exemplo, dão cerca de 10% de desconto em compras no boleto — uma grande economia, não é verdade?

Planeje seus gastos

Além de colocar seus gastos fixos por escrito para planejar suas finanças, você pode definir limites de gastos por categoria. Por exemplo, digamos que você limite a R$ 100 as despesas com lazer. Quando os gastos chegarem perto desse valor, você pode dar uma segurada até o próximo mês.

Reavalie seus hábitos

Os registros que você fizer vão funcionar como um painel de controle, ou seja, eles não vão resolver seus problemas financeiros, mas servirão como base de informações para as suas decisões.

Assim, é sempre importante verificar, no fim de cada semana e mês, como você se saiu em relação aos gastos e detectar o que é preciso mudar. Será que você extrapolou demais o limite de uma determinada categoria? Qual foi o motivo? Talvez você possa compensar por meio de cortes em despesas de outra categoria ou mudar pequenos hábitos de consumo.

É claro que são muitos dados para você gerenciar. Por isso, é fundamental contar com algumas ferramentas.

Quais são os melhores apps e planilhas de finanças?

finanças pessoais

Planilhas

O uso de planilhas eletrônicas geralmente é o passo seguinte de quem saiu das anotações no caderninho e deseja algo mais elaborado. E se você não sabe criar planilhas no Excel, não tem problema. Existem diversas opções de planilha de orçamento pessoal gratuitas na internet para você baixar e preencher de acordo com suas despesas e receitas.

Elas são mais simples que os aplicativos, mas permitem um nível de automação e controle bem satisfatório. Além disso, elas são muito flexíveis, de modo que podem ser personalizadas conforme suas necessidades.

Aplicativos

Os aplicativos de finanças são mais interativos e têm funções bem interessantes para o usuário, que reduzem bastante o tempo gasto no gerenciamento das contas. Conheça, a seguir, os principais do mercado.

GuiaBolso

Disponível para iOS e Android, costuma ser a primeira opção de app financeiro que vem à mente. O GuiaBolso é totalmente gratuito e se destaca pela função de sincronizar automaticamente suas transações bancárias e extrato do cartão de crédito.

Para isso, é preciso que você forneça sua senha pessoal para o app acessar seus dados — mas saiba que tudo é muito seguro, com a mesma tecnologia adotada pelas grandes instituições financeiras. Dessa forma, todo o registro é feito sem a necessidade de o usuário fazer os lançamentos.

Mobills

O Mobills também é uma ótima opção para usuários dos sistemas iOS e Android. Ele contém funções pagas, mas o modo gratuito não fica atrás dos concorrentes. O app apresenta uma interface limpa e intuitiva, além de ser bem ágil para fazer os lançamentos manuais. Tudo pode ser gerenciado por meio de gráficos bem elaborados e muito práticos.

Organizze

Assim como o app anterior, o Organizze também tem uma versão premium, que abre a possibilidade de gerenciar diversas contas. Na versão gratuita você conta com apenas uma conta para organizar todas as suas despesas e receitas, mas isso não deve ser um problema para usuários iniciantes e com movimentações mais simples.

Uma função muito interessante é a possibilidade de o app ler mensagens SMS sobre movimentações bancárias. Ao receber a notificação, o Organizze dá a opção de você registrar a transação. Isso fornece maior privacidade ao mesmo tempo em que garante a praticidade do lançamento.

O aplicativo está disponível para iOS e Android.

Minhas Economias

Minhas Economias é um aplicativo de finanças pessoais muito prático, intuitivo, leve e rápido, de modo que em poucos minutos você vai se desenrolar bem. Ele conta com lembretes que ajudam você a não se esquecer de pagar suas contas e guarda suas informações na nuvem — assim, você não corre o risco de perder seus dados.

O app é totalmente gratuito e pode ser baixado no Google Play e no iTunes.

Posso aprender algo com livros?

Planilhas e aplicativos são muito úteis para você organizar suas finanças pessoais, mas é preciso ter a motivação e o conhecimento necessários para levar adiante suas metas financeiras. Alguns livros da área podem ajudar você com isso.

A cabeça do investidor

A autora Vera Rita de Mello Ferreira se baseia nas ideias da psicologia econômica para apresentar os processos emocionais que norteiam nossas decisões financeiras.

Casais inteligentes enriquecem juntos

Gustavo Cerbasi, um dos principais autores sobre finanças pessoais no Brasil, usa os princípios da educação financeira para mostrar como casais podem afinar seu orçamento de modo inteligente e produtivo.

Os segredos da mente milionária

Mais uma vez, os estudos financeiros comportamentais são a base de uma obra literária enriquecedora e instrutiva. T. Harv Eker expõe a diferença entre os pensamentos financeiros de pessoas bem-sucedidas e os das endividadas.

Mundo financeiro: o olhar de um gestor

Saindo das teorias comportamentais e partindo para uma área mais técnica, Alexandre Póvoa compartilha com os leitores sua vivência como gestor de fundos de investimentos.

materiais educativos

Para o que devo preparar minhas finanças?

Mas para que tantos planos, métodos e esforços na gestão do seu dinheiro? Para atingir metas com maior tranquilidade, é claro. Além de se preparar para imprevistos financeiros, controlar o uso dos seus recursos vai ajudar você a realizar sonhos como:

• casar;

• fazer aquela grande viagem;

• ter filhos;

• planejar a educação dos filhos;

• comprar um carro zero;

• investir na casa própria.

Quando você muda seus hábitos baseando-se em uma mentalidade de investidor, fica mais fácil enxergar maneiras de alcançar sua estabilidade financeira e fornecer mais segurança a sua família. Assim, você consegue economizar dinheiro, mesmo ganhando pouco.

Além disso, é possível inserir um seguro de vida no planejamento financeiro da sua família — um investimento capaz de proteger as pessoas que você ama nos momentos mais difíceis.

Como você viu neste post, a gestão de finanças pessoais não é uma tarefa impossível. Com os métodos e as ferramentas certas, homens e mulheres conseguem garantir o equilíbrio do orçamento da família. E o melhor: alcançando os objetivos que sempre sonharam!

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  • Publicado

    07 de setembro de 2018

  • Categoria

    Educação Financeira

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