Entenda tudo sobre proteção financeira familiar

Entenda tudo sobre proteção financeira familiar

Infelizmente, de forma geral, o brasileiro não tem o hábito de pensar no futuro e garantir uma proteção financeira familiar. Isso explica muitos dos problemas enfrentados por idosos e por famílias desamparadas pela perda repentina de algum familiar.

A título de comparação, vale destacar que, segundo pesquisas realizadas pela Universidade de Oxford, em 2017, 32% da população mundial tinha algum tipo de seguro de vida. No Brasil, entretanto, o índice caía para 19%.

Mas essa despreocupação nacional com a proteção financeira familiar não se reflete apenas nos seguros de vida. Quando comparamos a participação populacional no mercado de ações, os desníveis são semelhantes.

Por que o brasileiro resiste em preparar-se para o futuro? Apesar de sua importância, a procura por previdência privada, por exemplo, começou a aumentar de forma meteórica apenas após os rumores de reforma da previdência (crescimento de 50% em 2017).

Muitos especialistas creditam ao histórico de juros e à inflação alta (bem como à ausência de educação financeira como disciplina escolar) o desestímulo de pensar no amanhã.

O resultado disso é catastrófico: 57% dos aposentados e 65% dos brasileiros em idade ativa vivem sem qualquer reserva financeira.

Aqui, você vai aprender como sair desse círculo vicioso e aplicar seu dinheiro em um estratégico instrumento de proteção familiar!

Qual é a importância de criar uma cultura de planejamento para o longo prazo?

Veja como a proteção financeira familiar pode ser essencial no seu dia a dia

Responda rapidamente: se um acidente impedisse você de permanecer trabalhando, de onde viria o sustento de seus filhos? E se houvesse a perda de quem sustenta a residência?

É por superstição, ou até mesmo negligência (que culmina na recusa injustificada de falar sobre prevenção), que muitas famílias brasileiras viram seu padrão de vida despencar após um evento inesperado, como o isolamento social por conta do novo coronavírus.

Você começa a mudar essa história ao reorganizar suas finanças pessoais, criando um planejamento estratégico de longo prazo.

E o objetivo elementar de fazer uma projeção financeira não é acertar com exatidão um valor futuro, mas sim dispor previamente de elementos de convicção que vão facilitar sua tomada de decisão quando situações inesperadas acontecerem. É aqui que entram as estratégias de proteção financeira familiar.

Como desenvolver uma cultura de planejamento familiar?

Segundo uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 65,6% das famílias brasileiras estão endividadas.

É o índice mais alto da série histórica desde 2010. Isso é um grande reflexo da falta de planejamento financeiro nos lares. No entanto, com apenas alguns passos, é possível criar uma cultura de planejamento e garantir a proteção financeira familiar. Veja só!

Faça reuniões de família

Não é próprio das famílias brasileiras conversar sobre as finanças do lar, principalmente com as crianças. Mas esse hábito feito tanto no planejamento quanto no acompanhamento das metas traçadas é fundamental para todos contribuírem um pouco com o orçamento doméstico.

materiais educativos

Liste todas as suas despesas e receitas

Todas as despesas precisam ser listadas em uma planilha eletrônica ou caderno. Da mesma forma, faça um levantamento de todas as suas receitas, incluindo salários e horas extras.

Ao subtrair a soma das suas receitas pelas suas despesas, você saberá se seu orçamento é sustentável ou se é preciso fazer cortes.

Falaremos mais disso adiante, mas a ideia é que você tenha uma noção de qual o volume total de gastos e de receitas e saiba quanto sobra (ou não) durante o mês.

Mantenha o controle

Ao longo do mês, é preciso, periodicamente, talvez uma ou duas vezes por semana, ir revisando seus gastos, para ver se o que você planejou nesse sentido está dando certo. Caso contrário, faça os ajustes necessários.

Crie metas familiares

Apresente as despesas para a sua família e crie metas de despesas. Não se esqueça de incluir também o motivo de fazer os ajustes necessários, pois isso vai encorajar todos a contribuir.

Por exemplo, se a família está planejamento fazer uma grande viagem, por que não discuti-la com todos os membros?

Definir quanto vocês têm de receita, quanto é o total do planejamento gasto para o projeto e quanto será reservado por mês para cumprir o objetivo.

Mostre como cada um pode contribuir por fazer economias e deixar alguns mimos de lado durante um determinado tempo. Essa é uma ótima forma de começar a criar uma cultura de planejamento financeiro na família.

Quais são os erros mais comuns no planejamento financeiro familiar? 

Mesmo com todo o seu esforço, pode ser que deixe passar alguma falhas financeiras em seu cotidiano. Vamos compartilhar alguns desses erros e ajudar você a contorná-los!

Saiba onde colocar seu dinheiro para ter uma proteção financeira familiar completa

Não colocar por escrito todas as transações

Mesmo com o registro de todas aquelas despesas variáveis e fixas no seu planejamento, sempre existem gastos “ocultos” que surgem durante o mês e não são computados: o cafezinho do almoço, um lanche no fim de semana ou pequenas comprinhas ao longo do mês. Juntas, essas despesas podem representar um verdadeiro rombo no seu orçamento.

Então, coloque todo gasto por escrito. Principalmente no início, essa medida é importante a fim de entender para onde está indo seu dinheiro e, assim, poder fazer os ajustes necessários.

Não reservar dinheiro para um fundo de emergência

Nenhuma família está livre de imprevistos, e você precisa estar preparado para arcar com esses problemas quando surgirem.

Um conserto no carro, um problema de saúde ou mesmo reparos mais urgentes nos imóveis: se não separar parte da sua renda para cobrir essas despesas inesperadas, seu orçamento familiar vai ficar muito comprometido. Além disso, sua família poderá entrar em uma grande dívida, o que é bem pior.

Alguns especialistas recomendam separar cerca de 15% da renda familiar para esse objetivo até formar um montante equivalente a pelo menos 4 vezes o valor da renda mensal. Ou seja, se sua renda mensal é igual a R$ 3.000, o valor a ser alcançado é de R$ 12.000.

Fazer muitos parcelamentos

Com um bom planejamento, você não precisará fazer parcelamentos, pois a ideia é pagar tudo à vista. Ao parcelar, você corre alguns riscos.

Primeiro, você paga juros, ou seja, no montante, o bem acaba saindo mais caro. Além disso, você se compromete com mais uma dívida que pode pesar no seu orçamento familiar durante vários meses.

Não investir em seguros

Muitos pensam erroneamente que o seguro de vida é uma despesa sem retorno e que só haverá uma vantagem quando a pessoa contratante não estiver mais presente. Mas não é bem assim.

Os seguros servem como proteção financeira familiar, pois, se algum imprevisto ocorrer, ele dará o aporte necessário a você e sua família, como em casos de invalidez ou de doenças graves. Assim, eles protegem seu patrimônio.

Seguir padrões de vida que não condizem com a realidade      

Muitos vivem um estilo de vida que não condiz com sua carteira. Ter um carro, fazer muitas viagens e comprar o smartphone novo todo ano são apenas alguns exemplos de decisões de consumo que não cabem em qualquer orçamento.

Assim, para fazer compras conscientes, é preciso olhar para a sua real situação financeira. Afinal, luxo não é seguir padrões de consumo que outros impõem, mas viver em paz com seu orçamento e com sua família!

Quais são os principais riscos ao ignorar a proteção financeira familiar?

Quando não se pensa na proteção financeira familiar, todos ficam sem respaldo em um momento de crises. Vamos então falar dos problemas mais recorrentes.

Impactos na educação

A educação dos filhos é um dos primeiros aspectos a sofrer. Muitas vezes, é necessário mudar para escolas de menor qualidade, ou mesmo repensar o planejamento futuro quanto a cursos universitários.

Lembre-se de que, quando a qualidade da educação dos seus filhos fica comprometida, a formação deles como um todo pode ficar em risco.

Falta de reservas para uma possível emergência

Como vimos, um fundo para lidar com imprevistos é muito importante. Quando ele não existe, os recursos e o patrimônio da família ficam em risco.

Infelizmente, não são poucos os casos de pessoas que precisaram vender seus bens para lidar com emergências, como doenças graves ou outros incidentes sérios, como crises.

Criar um planejamento para garantir a proteção financeira familiar é importantíssimo. Considere, então, como você pode começar!

Por onde começar para ter uma proteção financeira familiar?

Você mora em um país com uma forte cultura da vida ligada a frases como: “o dia que se encerra ao pôr do sol”, “porque a vida é agora”, “just do it” e “esqueça o amanhã”.

Esses são apenas alguns slogans hipnóticos do mercado publicitário criados para incitar o consumo desenfreado, o endividamento impetuoso e o desinteresse por poupar.

Esse ambiente de gasto como sinônimo de sucesso social explica alguns dados alarmantes no país, os quais mostram claramente a total ausência de estratégias de proteção financeira familiar:

• 62% dos brasileiros não guardam dinheiro;

• 58% admitem que nunca, ou somente às vezes, dedicam tempo às atividades de controle financeiro;

• 80% dos brasileiros não se planejam para a aposentadoria.

Seu primeiro passo para sair dessa atmosfera é aprender a colocar em uma planilha ou software de orçamento doméstico todas as suas receitas e despesas.

O objetivo é enxugar os custos e separar parte de seus rendimentos para contratar um seguro de vida e/ou um plano de previdência privada.

Nesse processo de instrumentalização, você criará uma planilha com todas as entradas e saídas para o ano todo. As despesas devem ser divididas em “imprescindíveis”, “úteis” e “dispensáveis”. Nenhum dado deve ser desprezado. Até o cafezinho do fim de tarde deve entrar no orçamento doméstico.

As despesas consideradas dispensáveis devem ser, preferencialmente, suspensas ou renegociadas (essa renegociação deve ocorrer também com os gastos “úteis”).

Aqui entrariam, por exemplo, mudanças no valor do plano da academia, redução do pacote de dados do celular, cancelamento de cartões de crédito não utilizados, fechamento de contas bancárias desnecessárias, redução do pacote de TV a cabo, entre outras medidas emergenciais.

Uma vez que você tenha uma parcela de suas receitas liberada, é possível definir os melhores investimentos para sua proteção financeira familiar.

Para onde direcionar seu dinheiro?

O seguro de vida é a forma mais simples e eficiente de proteger quem você mais ama e a si mesmo. Os produtos modernos do segmento vão muito além de pagamento do capital aos beneficiários em caso de falecimento do segurado.

Muitos preveem indenização ao próprio segurado em caso de doenças graves, ressarcimento de despesas com diárias hospitalares e até cobertura temporária em caso de desemprego.

As coberturas mais comuns de um seguro de vida são:

• morte natural ou por acidente;

• invalidez total ou parcial por acidente ou por doença;

• despesas médicas, hospitalares e odontológicas;

• Diárias de Incapacidade Temporária (DIT);

• Diárias por Internação Hospitalar (DIH);

• Doenças Graves (DG);

• cobertura de despesas com funeral;

• possibilidade de resgate antecipado do capital (seguro de vida resgatável, a versão mais próxima dos investimentos tradicionais).

Há, ainda, alguns produtos especiais no segmento que contam com amparos adicionais, como assistência Personal Care (serviços de assistência automotiva, residencial e nutricional), cesta básica por 1 ano à família em caso de falecimento do segurado, bem como sorteios mensais de prêmios pela Loteria Federal.

Um seguro de vida representa proteção financeira familiar completa, com múltiplos benefícios que outros investimentos não oferecem. Alguns deles:

• não entra no inventário (valor é liberado em até 30 dias após a entrega dos documentos comprobatórios à seguradora);

• não há taxação do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos, tributo que chega a 4% do valor da herança e é cobrado nos processos de inventário);

• por não ser considerado herança, não está sujeito ao pagamento de eventuais dívidas deixadas pelo segurado;

• permite a troca dos beneficiários quantas vezes for de interesse do contratante;

• é um dos poucos produtos financeiros do mercado isento de Imposto de Renda;

• caráter híbrido, por ser proteção social e investimento (em sua versão resgatável).

Sabemos que ninguém quer pensar em falecimento, mas, quando uma morte acontece nas famílias, muitas sequer têm recursos para organizar o funeral do ente querido com dignidade.

A mesma situação delicada vale para quando o próprio segurado sofre alguma doença que o impede de continuar trabalhando. Como se manter?

Ou o que dizer das dificuldades de pagamento das mensalidades escolares quando uma enfermidade acaba fazendo a família ter gastos volumosos com internação hospitalar?

Você conhece essa realidade? O seguro de vida cumpre exatamente essa função de proteção financeira familiar para os mais diversos infortúnios que possam ocorrer.

O mais interessante é que, ao contrário do que muitos pensam, não é preciso ser rico para ter um seguro de vida. Um seguro Doenças Graves da MAG Seguros, por exemplo, pode ser adquirido a partir de R$ 21,29 por mês. Já um seguro de vida familiar pode ser contratado por menos de R$ 50 por mês. Tranquilidade por um preço acessível!

Quais são as outras opções para proteger o patrimônio?

Além do seguro, será que existem outras maneiras adicionais de você buscar proteção ao seu patrimônio? Sim, há. Considere algumas alternativas:

• investimentos: existem diferentes tipos de investimentos, com índices de rentabilidade bem diversos. Mas eles são uma ferramenta estratégica não só para direcionar sua riqueza, mas também para gerar mais renda, especialmente em longo prazo;

• blindagem patrimonial: nessa solução, o patrimônio fica nas mãos de uma estrutura jurídica para evitar que os bens do sócio sejam envolvidos em disputas judiciais em caso de falência da empresa.

Criar um plano de proteção financeira familiar é fundamental para todo aquele que deseja dar maior segurança às pessoas que ama.

O segredo é fazer um bom planejamento e investir em soluções inteligentes que deem suporte à sua família em momentos de emergência .

A saúde e o bem-estar de quem você mais ama valem muito mais do que isso, certo? Então, entre agora em contato conosco e conheça a proteção financeira familiar ideal para o seu bolso e suas necessidades! Não perca mais tempo nas mãos da sorte!

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