Pesquisa sobre aposentadoria revela que o preparo do brasileiro estagnou

Pesquisa sobre aposentadoria revela que o preparo do brasileiro estagnou

Que as pessoas estão vivendo cada vez mais, isto já não é uma grande novidade. O aumento da expectativa de vida, com qualidade, é o desejo de muita gente. O que ainda não acompanha essa tendência é o hábito de poupar para o futuro. Segundo a Pesquisa Aegon de Preparo para a Aposentadoria, realizada anualmente, os brasileiros assumem um grande nível de responsabilidade pessoal para garantir que terão renda suficiente na aposentadoria e têm um alto nível de consciência sobre a necessidade de se planejar financeiramente. No entanto, isso não significa que as pessoas estão bem preparadas para os desafios da longevidade.

“Iniciado em 2012, este é o 3º ano consecutivo que o Brasil participa do levantamento internacional sobre o preparo para aposentadoria. O país permaneceu na 2º melhor posição, ao lado dos Estados Unidos e atrás somente da Índia. Entretanto, isto não significa que os brasileiros estão, de fato, preparados para esta fase da vida. Apenas 22% têm um plano formal de aposentadoria, com atitudes concretas. Muitos ainda contam com a aposentadoria pública como grande parte de sua renda no futuro.”, destaca Leandro Palmeira, superintendente de projetos institucionais da Mongeral Aegon.

Segundo a pesquisa, houve uma queda constante no número de entrevistados que assumem um bom nível de “planejamento para a aposentadoria” – que saiu de 58% em 2014 para 52% em 2016 – e de “preparo financeiro” – que saiu de 47% para 41% no mesmo período.

De acordo com o levantamento, 63% das pessoas contam com a poupança como plano B para algum imprevisto. Cada vez mais é preciso criar estratégia para financiar a aposentadoria e administrar as economias feitas para que durem a vida toda. Além disso, é fundamental ter uma alternativa que permita cobrir despesas e eventos inesperados (caso a vida útil do trabalhador termine antes da data esperada para a aposentadoria devido à doença, invalidez ou morte), incluindo o amplo espectro de produtos de seguros disponíveis, como apólices de vida, de renda e de doenças graves.

Outro ponto importante é estimular bons hábitos de poupança para as crianças, ensinando a eles como orçar gastos e investir. Pais e filhos já adultos podem começar a discutir tópicos que são considerados sensíveis, como lidar com questões jurídicas, herança, cuidados com a saúde e outras questões financeiras.

Para pensar a longevidade

No Brasil, um importante passo no compromisso do Grupo Mongeral Aegon de melhor entender e inspirar a sociedade para se preparar para o futuro foi dado este ano com o lançamento do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. A instituição sem fins lucrativos complementa o trabalho do Grupo Aegon na Europa, por meio do Aegon Center for Longevity and Retirement, e nos Estados Unidos, onde a Aegon opera sob o nome Transamerica, através do Transamerica Institute, que inclui os centros de estudos em aposentadoria e saúde. O Instituto de Longevidade é o representante no Brasil desta que é a maior pesquisa do seu tipo sobre aposentadoria no mundo, que abrange 15 países e entrevista 16 mil pessoas por ano.

Acesse a íntegra da pesquisa.

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